Na Palestina houve no tempo de Jesus
Um instrumento de madeiras, amarradas,
Onde as pessoas eram nele flageladas,
Postas pregadas, no formato de uma cruz. 

Todas aquelas que ao perdão não faziam jus,
Por estar entre as mais desqualificadas,
Se condenavam a morrer crucificadas
Vendo extinguir-se, pouco a pouco, a sua luz. 

Mas o instrumento que era ignominioso,
Se transformou, depois, num símbolo formoso,
Quando Jesus o ocupou cheio de fé. 

E a cruz, outrora, infamante e odienta,
Já não humilha, hoje é o que nos sustenta,
Pois é a pilastra que mantém o homem de pé.

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