Não são as pessoas que são imundas. O sistema é que cria a imundícia. Mas há algo que me impede de entender os mecanismos: é que o sistema é construído por pessoas!

Elas se reúnem e dão à assembléia um ar solene, provocando a impressão que vão deliberar com seriedade sobre assuntos importantes. Constituem-se e lavram uma lei soberana. Cheia de enfeites, mesuras, criando mecanismos que a todos protegem. Tão sofisiticada, que permita a uma pessoa votar num processo em que ela própria é reu. Como no Senado Federal!

O que elas visam, porém, é proteger-se e deixar válvulas muito bem camufladas, para que as imoralidades sejam acobertadas pela capa da legalidade. Se a medida tomada é legal, não há o que contestar. Ética é mero detalhe, que fica para segundo plano. E se for para apressar ou onerar o bolso do cidadão que trabalha, esqueçam-se as leis e entrem em cena as medidas provisórias, aquelas que nunca são provisórias.

É legal, porque eles decidiram que mesmo as falcatruas e os embustes deveriam ser previstos quando da elaboração da lei que protege o ser humano. Humano? Até que ponto?

Não adianta tirar um e colocar outro, nem cassar este e substituí-lo por aquele. Já diz conhecido adágio que não resolve trocar apenas as moscas.

A falência do sistema intensifica-se a cada dia, ato após ato. Dá nojo e dá raiva ver e ouvir o que a mídia divulga. Mas Jesus Cristo ainda não decidiu voltar para começar de novo a tarefa de esclarecimento, que ficou mal compreendida. Até Ele, Jesus, foi incluído nessa venalidade e nessa imoralidade.

Parece que é o fim. A planta bichou e nem a raiz talvez seja aproveitável!

Mas não quero acreditar que seja assim. Seria menosprezar a SOBERANIA de Deus e julgar que Ele não tem capacidade para colocar seus filhos rebeldes no lugar que merecem. Quero crer que Ele a tudo assiste e deixa que amadureça a desonestidade e a imoralidade ao máximo para puxar o tapete e jogar no chão cada um desses pseudo-espertos. Nesse instante, quando a seleção se fizer, Jesus Cristo poderá voltar à Terra para ensinar um pouco mais de tudo o que já disse porque haverá, nesse momento, quem o ouça e quem o siga.

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