A fórmula 1 recebe o nome de circo porque é realmente uma palhaçada.

Neste dia 21 de outubro de 2007 encerrei a minha carreira de espectador dessa desonestidade burlesca.

Vi o menino Felipe Massa viver o seu dia de Rubens Barrichelo. Mais um brasileiro abrindo as pernas, de cabeça enterrada no chão, em reverência aos poderosos lordes europeus. Não porque tenham poder moral, mas porque são ricos. E segundo o Sr. Galvão Bueno, tudo isso é absolutamente normal. E é mesmo, no mundo que eles vivem, onde dignidade não conta. A lógica deles afronta a decência. São movidos a dólares e euros!…

Felipe Massa terá de ter físico para agüentar até 2010, porque viverá como cow-boy de filme americano, de perna aberta, nos próximos três anos, para começar. Mas como todos nós temos um preço, provavelmente para ele vale a pena. E depois, para ganhar mais alguns bons trocados, fará como Rubens Barrichelo que se locupletou nos cofres da Ferrari para agora reclamar da sua condição de capacho de Michael Schumacher, em livro que afirma irá escrever. É meio tarde, doutor Rubinho. Junto com as explicações, seguramente o senhor não devolverá o dinheiro sujo que abocanhou, apesar de dizer-se constrangido. Aceitou as regras; agora cale a boca.

Neste domingo, os profetas da Globo deixaram claro que entendem de tudo: “Massa ganha a corrida e Hamilton o campeonato”, sentenciou o Sr. Reginaldo Leme. Eram os favoritos ao Prêmio Nobel de Profecia e, como vimos, acertaram absolutamente nada. O que já é normal e eles não se mancam! Ah! Ah! Ah!

O que o dinheiro não compra, hem senhores? Até a vergonha na cara.

Nos dias de corrida vou curtir praia. Para eles não fará qualquer diferença, porque, no contexto, sou menor que um verme. Mas para mim, seguramente, será mais uma libertação entre as tantas que já consegui. Já me livrei das novelas e agora me liberto da Fórmula 1 e dos seus narradores e comentaristas. Que glória!

Até um dia, trapaceiros,  sabe Deus onde!…

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