Eu queria fazer muitos poemas…
Nem que fosse um só a cada dia,
Porque me agrada a arte da poesia,
Já que nela analiso os meus dilemas.

Mesmo sendo, quem sabe, fantasia,
Com eles eu me livro das algemas
E posso libertar-me das celeumas
Que fazem do viver monotonia…

Mas para ter tal versatilidade
É preciso que a alma da saudade
Venha me ver em cada cotidiano…

Só assim posso ter inspiração
E do fundo arrancar do coração
Qualquer mágoa, tristeza ou desengano!

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