Neste domingo, dia 26 de outubro, a bonita cidade de Campina Grande, na Paraíba se transformará em palco de guerra. O que deveria ser uma festa cívica virou uma batalha campal e de bastidores, pela ânsia do poder temporal que pode ser tirado a qualquer momento. Remember Ulisses, Tancredo, Magalhães, o novo e o velho, e uma imensa fileira de importantes imortais que estão sob sete palmos. E os que ainda lá não vivem, transportam-se todo tortos por andadores artificiais, que lhes dão os últimos recados para que se equilibrem e respeitem o próximo.

A ganância da incompetência que não pode sustentar-se por si própria obriga os homens a perenizar-se nos postos e poderes que lhes garantam a sobrevivência e o status dos quais são totalmente dependentes. Como os drogados da química eles estão presos às drogas da vaidade e dos ouropéis.

Vivemos numa terra que está abandonada, jogada às moscas, com a violência urbana grassando cada vez mais e o Brasil desloca tropas de exército para uma cidadezinha do interior de um estado de pequena expressão tentando garantir a ordem pública, porque a própria polícia do estado está incumbida de sufocar o livre exercício da cidadania. Que lugar é esse? É no mundo dos humanos ou na terra das bestas do apocalipse?

Senhor! Tenha piedade da ignorância destes e dá-lhes discernimento para que passem a pensar, não com o brilhantismo da inteligência fértil e mal canalizada, mas com o bom senso da simplicidade para que saibam quais os valores verdadeiros que precisam ser cultivados e postos em prática. Antes que seja tarde!

Que os céus protejam Campina Grande e toda a Paraíba, livrando-as das mesquinharias que emporcalham o progresso e entravam o desenvolvimento social e cultural de um povo inteligente e que tem tudo para se projetar no cenário nacional, pois já deu provas de sua capacidade tecnológica em diferentes áreas comerciais, industriais e científicas!

Anúncios