Sempre que olho o céu consigo vê-lo
Pleno de pirilampos estelares!…
São astros cintilantes, milenares,
Criados pelo Pai com seu desvelo!

Ao olhá-los procuro compreendê-los,
Para entender o que os deixa nos ares;
Que será que os segura em seus voares,
Sem perder a harmonia? O atropelo

Que temos entre nós cria um contraste
Com a calma das estrelas com suas vestes
Que ali ficam suspensas sem ter haste

Ou suporte que os fixem nos seus
Roteiros e suas órbitas celestes…
Isso só pode ser a mão de Deus!

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