A mãe nasce amarrada ao próprio filho
Por um elo que nunca mais desata;
E mesmo quando esse filho a maltrata
Nunca perde no olhar o terno brilho.

Cada dia é mais forte esse amarrilho
Que por ele esta mãe até se mata,
E mesmo seus cabelos cor de prata
Na velhice não servem de empecilho.

É o filho que chora quando nasce
Enquanto a mãe sorri, diante do enlace
Que nunca mais será desamarrado…

Agora só tem olhos nesta vida
Para a cria que lhe é tanto querida,
O seu filho dileto e muito amado!…

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