Se já aprendi de fé, por que me aflijo?
Por que vivo tão tenso e preocupado
Se sei que, dando certo ou dando errado,
Tudo nos leva ao mesmo regozijo?

Por que viver aflito e assim tão rijo,
Tendo o maxilar sempre trancado
E um triste olhar de quem olha embaciado
Esse mal do qual eu nunca me alijo.

A fé  que já conheço me autoriza
A ter mais confiança, pois é juíza
Do bem que eu faça, nesta encarnação…

Se posso confiar na Providência,
Só me resta buscar ter na consciência
Essa paz que serena o coração!

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