Em minha casa entrou uma muriçoca,
Esposa de um terrível pernilongo,
Daqueles que dão apito bem longo
Quando atacam nos dando uma beijoca…
 
Não sei onde ele faz a sua toca,
Mas deixe-me aqui em paz, seu mocorongo,
E vê se vai picar um camundongo
Senão eu vou criar uma engenhoca

Que consiga castrá-lo para que
Não venham outros mais aqui nascer
E sugar nosso sangue que já é pouco…
 

E também evitar esse zumbido
Desse apito bem junto ao nosso ouvido
Que à noite nos irrita e nos põe louco!
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