Todos querem adivinhar sobre o final da trama da novela Passione.

Também tenho o direito, mesmo sem ser noveleiro, de ver a coisa do meu jeito.

Vamos lá:

Será que o Totó morreu mesmo? Não houve cenas mostrando o corpo depois que foi para o Instituto Médico Legal.

Quando o Diogo entrou na casa do Totó, teve tudo para matá-lo quando ele implorava clemência. Mas forjou a cena do corpo a corpo, a arma caiu e Totó a empurrou para Clara, pedindo que atirasse. Ela atirou nele, propositadamente, mas as balas seriam de festim, porque foi cena preparada por Diogo.

Mas Diogo não é cúmplice de Clara?

Penso que não.

Creio que Diogo é um detetive ou policial ou alguém que colabora a pedido de Totó, por alguma razão, para  desmascarar Clara, em quem Totó nunca confiou depois que ela tentou matá-lo na Toscana. Fingiu reconciliar-se, perdoá-la, dificultou para valorizar a cena, mas, na verdade, queria mesmo é botá-la atrás das grades. Até as brigas do Diogo com Totó, simulando ciúmes, foram feitas para que Clara tivesse mais credibilidade em Diogo e o usasse para se dar bem.

Se não é isso, para quem o delegado telefonou dizendo que Clara já havia estado na Delegacia e que ela é uma “cara de pau”. Ou para Totó ou para Diogo. O mais provável é Diogo, porque a cena foi tramada com ele. Digo mais. Naquela discussão no apartamento do Diogo quando ele dá uma prensa nela insinuando que ela desejava incriminá-lo, devia haver um gravador ligado para registrar a declaração dela, como prova cabal. Fora isso, seria a palavra de um contra a do outro.

No final, os vilões Clara e Fred, que vivem se agredindo, devem mesmo ir para o mesmo lugar. O xilindró.

Se minhas conclusões estão todas furadas, deixa pra lá. É só especulação. E que o autor me perdoe por dar pitaco na sua história!

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