Se não é devia ser, porque a grana que entra no bolso desses moleques que jogam no futebol brasileiro, como vedetes, é muito grande.

Quando é que os clubes vão punir os palhaços, mascarados, que quando fazem um gol – mesmo de pênalti –  ficam rebolando como homens duvidosos ou tiram a camisa onde está escrito um monte de superficialidades sendo punidos com cartão amarelo ou vermelho, dependendo da situação e se já não estavam amarelados?

Resultado: são suspensos, ficam sem jogar, mas ninguém põe a mão no seu dinheirinho imaculado. Lembro-me que nos velhos tempos, quando um jogador do São Paulo F.C. era expulso, o time o punia antes mesmo de ser julgado pela Tribunal. Afinal, o clube é sempre o maior prejudicado. Depois, quando perdem, mandam o técnico embora.

Quando é que vão impor penas sérias para esses gorilas que vivem dando cotovelada no adversário, até sangrá-lo? Quando vão exigir que jogador saiba que falta é só para evitar um mal maior – o gol – e não deve ser praticada no meio do campo, irresponsavelmente. Só criando o cartão azul para qualquer falta e deixando o jogador cinco minutos fora a cada três faltas praticadas é que o problema pode ser resolvido.

Ou os clubes dão o exemplo ou essa droga chamada craque, vai ficar cada vez mais metido. Como o Sr. Adriano que ao ser entrevistado por Patrícia Poeta respondeu que ia tentar, quando indagado se agora deixaria de ir para as baladas prejudicando seu desempenho em campo.

São uns moleques que deveriam espelhar-se em Pelé, Zico, Ademir da Guia e tantos outros que hoje merecem estátuas e honrarias nos seus clubes.

Enquanto não forem enquadrados ou depois de banidos do futebol europeu por indisciplina ou tempo vencido – Ronaldos, Robertos, etc – ainda encontram um clube que lhe paga fortunas, apenas para vender camisas, porque o futebol já era, o mal será cada vez maior.

Anúncios