(01/11/1933 – 11/04/2012)

Novembro um, de trinta e três.
Aportou neste planeta,
Um anjo que a velha ampulheta
Do eterno tempo, refez.

Foi batizada – MARIA –.
Cresceu bela e esplendorosa.
Alma limpa e dadivosa.
Caridosa em demasia.

Conjugou-se com outro ser,
Por – CAÚMO – batizado.
Também por Deus abençoado,
Isto todos podem ver.

MARIA viveu pra doar-se
Cumprindo as ordens do PAI.
Mas hoje, em gloria, ela vai,
MARIA, SANTA chamar-se!

Onze do quatro, partiu,
Do ano dois mil e doze,
E não existe quem ouse.
Dizer que ela não SUBIU.

Muito pouco a conheci,
Mas sua bondade era tanta,
Que só cabe numa santa,
Entre as Marias, que eu vi .

       (Dornélio B. Meira)

João Pessoa, PB, 22/04/2012.

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