Coitado de você que não perdoa;
É um pobre equivocado que imagina
Que ser alguém odiento é a sua sina,
Porque em seu interior a mágoa ecoa…

Não sabe que essa dor vivida à toa,
Aos poucos deteriora a autoestima,
O vai contaminando e a alma mina,
Causando um sofrimento que o magoa?

Perdoa, e bem depressa, ó infeliz,
E despreza o que todo mundo diz,
Que amor próprio é somente o que interessa…

Amor ao próximo é que é, na verdade,
Um retrato que exalta sua humildade
Pois é aí que o perdão sempre começa!…

 

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