Há quem diga que Jesus nasceu
Diferente do que o homem nasce;
O que importa é como ele viveu
E na vida a todos perdoasse.

Outros dizem que o corpo era fluídico,
Um agênere espiritual,
E, portanto, o castigo fatídico
Não doeu como dói no normal.

Se seu corpo não era de carne,
Não sentiu o martírio da cruz,
Uma burla então foi seu reencarne,
E uma farsa o Divino Jesus!

Há quem fale sobre a sua idade,
Que ao morrer Ele era mais velho,
Mas a mim interessa, em verdade,
Estudar e viver o Evangelho.

Dizem outros que quando Ele veio,
Era março, não era Natal,
Mas que importa! Causa-me receio
Que eu venha a fazer algum mal.

Do sepulcro o seu corpo roubaram
Ou voltou ao campo da energia?
Um fantasma foi o que encontraram,
Como assim relatou-nos Maria?

O martírio sofrido na cruz,
Foi menor que ver a multidão,
Apupar o querido Jesus
Exigindo a crucificação!

Por direito Ele tinha morada,
Nas esferas dos mundos Sagrados,
A estação que já está reservada,
Aos Espíritos purificados.

O que mais O entristece, porém,
Foi descer até a esfera terrestre,
Para, aqui, ensinar-nos o bem
E o seu povo trair o seu Mestre!

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