Silvana Caúmo   16/10/2013

Não sei se um dia descubro quem foi esse vigarista,
Que em 16 de outubro, com o seu gesto egoísta,
Levou o meu carro embora, sem deixar nenhuma pista.

Com o dia garoando, os meus pés não quis molhar.
Fui trabalhar com meu carro, dirigindo devagar,
Até encontrar uma vaga, para então poder parar…

Bem perto do meu serviço, eu sempre o estacionava.
Cumpria meu compromisso, mas da janela eu olhava,
Para acompanhar se o carro, no mesmo lugar estava.

Foi um dia diferente. Senti-me muito abalada
Quando saí do trabalho, eu fiquei paralisada,
Pois vi, naquele momento, que havia sido roubada!

Eu não quis acreditar no que estava acontecendo.
Procurei-o pela rua, porém não o estava vendo
E então me pus a chorar e as mãos ficaram tremendo.

Que sentimento ruim! Uma horrível sensação!…
Parecia não ter fim, eu vi que perdi o chão.
E também já nem sentia pulsar o meu coração.

Sei que isso sempre acontece e que eu não sou diferente,
Por isso agradeço a Deus, que me livrou dessa gente.
Vão-se os anéis fiquem os dedos! Livrai-nos do delinquente…

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