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9/6/2010

Sinto exalar de ti doce perfume,
Sem poder definir qual é a essência,
Se é de flor, de uma dália, de uma hortênsia,
De uma rosa ou jasmim; cheira ciúme!…

Desejo confessar a inexperiência,
Porque no assunto não tenho costume,
Embora aqui não vá nenhum queixume,
Confesso, sinto o cheiro até em tua ausência…

Pergunto se seria algum extrato,
Das flores mais miúdas que há no mato,
Ou de um gerânio ou malva, a flor que acalma…

Mas prestando atenção a essa fragrância,
Acalmo o coração, contenho a ânsia,
E sinto que o perfume é da tua alma!

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Quem ama não sofre porque o sofrimento,
É um grande tormento que traz muita dor,
Porém quem agride, com essa atitude,
Torna-se, amiúde, o maior sofredor.

Quem faz mal ao outro e provoca-lhe o pranto,
Cria um desencanto que agride a beleza;
O bem é preciso, porque esse episódio
Jamais causa ódio, jamais dá tristeza!

O que faz recebe, seja mal ou bem,
Pois fica também em quem dá uma sobra
É a lei conhecida por causa e efeito,
Compensa o sujeito, ora dá, ora cobra.

Cuidado, senhores, esta advertência,
Que por experiência eu tenho aprendido,
É a chave da vida que combate a dor,
Porque é pelo amor que este mundo é regido!

Depois de informado, jamais alguém diga
Que nasce a intriga sem que a verbalize,
Porque nós podemos fugir do mal feito,
Se formos direitos seremos felizes…

A imagem acima é um risco para pintura em óleo sobre tela, de Leonardo da Vinci.
Boletim Informativo "Tribuna Literária"
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