Comentários ao longo dos anos.

Algumas frases escritas que alavancaram o nosso ego durante o tempo em que editamos os boletins Tribuna Poética e Tribuna Literária. De dezembro de 1998 a dezembro de 2007, impresso, e mais um ano em versão on line.

“Adoro o Tribuna Literária” – Dom Aldo Pagotto, Arcebispo da Paraíba – 4/4/2005

“Cumprimentando-o, envio reprodução VHS da Sessão Solene realizada nesta Casa Legislativa, como uma recordação a quem sempre engrandeceu a cultura do nosso estado.” Deputado Rodrigo Soares. 10/6/2005.

“Caro Sr. Octávio. Com os meus cumprimentos, agradeço o gentil e constante envio do boletim “Tribuna Literária”, que me faz tão bem! Com o meu abraço respeitoso.” Dom Aldo Pagotto – Arcebispo da Paraíba. 7/3/2005.

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba. Requeremos à V. Excia, na forma regimental, que seja encaminhado VOTO DE APLAUSO ao jornal Tribuna Literária, editado pelo jornalista Octávio Caumo Serrano, JUSTIFICATIVA: O jornal TRIBUNA LITERÁRIA já está no seu terceiro ano com 31 edições ininterruptas, divulgando e mostrando o trabalho de poetas de João Pessoa, da Paraíba e de fora das nossas fronteiras. A cada edição, tomamos contato com poetas que já são consagrados no meio poético ou que estão iniciando a divulgação do seu trabalho. É importante destacar que a Tribuna Literária tem cumprido um papel importante na divulgação da poesia e da literatura na Paraíba e fora dela. Por todos esses fatos relatados é que defendo esse Voto de Aplauso para o Jornal Tribuna Literária, na figura do seu editor, jornalista Octávio Caúmo Serrano. Deputado Ricardo Coutinho, atual Governador da Paraíba e candidato à reeleição no próximo 26 de outubro de 2014, requerimento da ALPB nº 4305 de 20/4/2004.

“Caro Octávio Caúmo. Agradecendo a elegância do registro de minhas palavras, quero agradecer também a remessa do exemplar da edição de número 54, ano 5, março de 2006, da sua preciosa Tribuna Literária que li e releio com o encantamento de sempre, desta vez admirando a bela e merecida homenagem que você prestou ao nosso poeta J.G. de Araújo Jorge. Abraço carinhoso do Maurício Azêdo – Presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Rio de Janeiro. 15/3/2006.”

Quando interrompemos a versão impressa, recebemos do mesmo presidente da ABI, o comentário abaixo: “Ao acusar recebimento das edições de número 74 e 75, novembro e dezembro de 2007, da sua Tribuna Literária, não posso deixar de expressar meu desalento diante da sua decisão de manter a publicação apenas em versão online, que temo possa representar uma redução do seu universo de leitores. Não posso também deixar de expressar minha admiração pelo esforço e obstinação com que você manteve a edição da Tribuna Literária, que lhe terá exigido grandes sacrifícios, é certo que compensados pela alegria de produzir um veículo tão importante e oferecer notável contribuição à cultura do país. Abraço afetuoso – Maurício Azêdo – 10/1/2008.

Sob o título AINDA QUEIMA A ESPERANÇA, vimos estampado no jornal Correio da Paraíba de 3/10/2004, um comentário do professor Trindade, colunista de jornais paraibanos há muito tempo, quando ministra aulas de português. O que ele escreveu: “Por que o título da coluna AINDA QUEIMA A ESPERANÇA? Por um motivo muito simples, caro leitor. Recebi um e-mail maravilhoso enviado pelo editor de um jornal chamado Tribuna Literária. Já pensou? Alguém ainda hoje, quando todo mundo quer boicotar a cultura, editar um suplemento literário? Eu que o diga, pois editei o Correio das Artes e enfrentei todo tipo de preconceito contra “esse povo intelectual” da área da cultura. Registro, então, com satisfação o e-mail do editor Octávio Caúmo Serrano. E continua falando do nosso comentário sobre o uso do pronome lhe, equivocadamente.”

Ainda entre os VOTOS DE APLAUSO, recebemos por iniciativa do Dep. Rodrigo Soares, com a seguinte justificativa: Tribuna Literária – boletim informativo dos Poetas e Escritores Independentes – completa o terceiro ano de circulação, veículo alternativo de leitura voltado para a cultura popular. Apesar dos percalços, o jornal segue firme e forte na finalidade a que se propôs, ou seja, levar cultura de graça para as pessoas de todas as classes sociais. Destarte, apresentamos nossas mais efusivas congratulações àqueles que direta ou indiretamente contribuíram para a feitura da referida publicação. Rodrigo Soares – Requerimento da Assembleia Legislativa da Paraíba nº 2667/2003 de 13/10/2003  

Recebemos ainda muitas outras manifestações de elogio e apoio em academias culturais e em reuniões de arte em diferentes locais onde nos fazíamos presentes, sempre enaltecendo nosso pequeno jornal. Cartas, cartões e comentários favoráveis nos chegavam constantemente. Valeu a pena tanto trabalho.

Em razão do jornal, também, recebemos em 2005 o título de Cidadão Paraibano, em sessão solene da Assembleia Legislativa da Paraíba e em 2006 a Medalha Augusto dos Anjos, a mais alta comenda para os que se dedicam à divulgação da cultura no estado. Ambas as homenagens foram da iniciativa do Deputado Rodrigo Soares.

Outra do professor Trindade – 18/8/2013: O leitor Octávio Caúmo Serrano, uma das pessoas que mais admiro em João Pessoa (o homem teve a coragem de manter um jornal de cultura numa época dessas) manda-me uma observação (ele chama dúvida) interessante: Na página 14 do Correio da Paraíba desta segunda há o texto: “A gente se orgulha de ter nascido nessa cidade.” Não seria nesta cidade? Na verdade, Octávio, do ponto de vista da língua padrão você está certo. Se a cidade é elemento próximo (critério espacial) realmente o certo seria se usar esta. Acontece, Caúmo, que há uma diferença entre língua e linguagem. A língua é um padrão objetivo a ser seguido como critério de unificação. A língua é um conjunto de códigos. A linguagem, por sua vez, reproduz as fala de diversos segmentos e culturas, dependendo obviamente de cada grupo. Mas em documento oficial, a distinção entre este, esse e flexões, deve prevalecer. Agradecemos ao professor pelas explicações.

Mero registro de um trabalho que nos deu muita alegria e agradável retorno. Obrigado a todos. Octavio Caúmo Serrano

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