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Você defende o aborto e tenta convencer
Mulheres que são pobres a não ter mais filho,
Mas saiba que a pobreza não é um empecilho
Para que o ser humano tenha um bom viver…


Há quem escolha vida árdua, mas o brilho
Nunca se apagará se quem o receber
Der muito amor a quem deseja renascer
Em prova, mesmo dura, até qual maltrapilho…


Os filhos dessas pobres serão os pedreiros,
Serão seus motoristas ou os faxineiros,
Porque filho de rico tem de ser doutor…


Por isso quando eles encarnam de novo,
Há que haver alegria e festa em todo povo,
Para espalhar no mundo um pouco mais de amor!…

 

Se pobre não pudesse nascer, Jesus não teria vindo ao mundo!…

 

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Aplainou os caminhos do Senhor,
A voz que clamou forte no deserto;
Dizia que o Messias estava perto,
E haveria de ensinar-nos sobre o amor!

Ele era o anunciado Salvador
E as receitas que nos traria, decerto,
Deixariam nosso mundo mais liberto
Porque esperançaria o sofredor!

Assim agiu o grande João Batista,
Esse essênio que sempre teve em vista
Preparar os caminhos de Jesus,

Que iria revelar para este mundo
O seu intenso amor, doce e fecundo,
Cobrindo toda a Terra com sua luz!

OCTÁVIO CAÚMO – 80º ANIVERSÁRIO 

Amigo Octávio é grande a gratidão
Que tenho pelo mestre que me guia,
Tanto na vida quanto na poesia,
Pois de poeta, só tenho a pretensão.

Aqui chegaste vindo doutras terras,
Enriquecendo este nosso torrão,
Com tua cultura e grande coração,
E esta beleza que no espirito encerras.

Nos, teus amigos, hoje te auguramos,
Mais primaveras com paz e alegrias.
Bênçãos divinas cubram os teus dias,
E o coro angélico, nos já contratamos.

A tua vida é um exemplo vivo
De fé em Deus e de trabalho honesto.
És um grande homem, apesar de modesto,
E hoje, aos oitenta, um jovem redivivo.

(Dornélio B. Meira)

João Pessoa, PB, 13/11/2014.

 

A Octávio Caúmo – Octogenário

 

Octávio alcançou seus oitenta anos,
Elaborando e executando planos
De viver, sem jamais se aposentar;
De ser, de sua fé, missionário,
Um pregador que segue o ideário
De a palavra de Deus anunciar.

Proclamará, a todos, a verdade
De que  amar é exercer a caridade,
Fazendo o  bem, sem discriminação.
Que a verdadeira espiritualidade
É  única via para a eternidade
Penhor maior de nossa salvação.

Padecimentos e vicissitudes,
Enfrentaremos com nossas virtudes,
Em contrita atitude de oblação.
Espíritos, de amor, sempre imbuídos,
Das graves faltas se verão  remidos
E se alçarão à celeste mansão.

Escritor e poeta de talento,
Da língua pátria ele faz instrumento
Da tão amada arte literária.
Poemas  escreveu, em profusão,
E seus livros demonstram  erudição
De uma densidade extraordinária.

Projetar a existência é temerário,
Mas que Caúmo chegue ao centenário
Na plenitude da  boa saúde.
Que ele alimente, sempre, na lembrança,
Um espírito alegre de criança
E da idade provecta, a juventude.

Sebastião Aires de Queiroz
13 de novembro de 2014.

A GRANDE FESTA (15/11/2014)

Agradeço mais que peço.
Deus fez da festa um sucesso.
Coisa que eu não esperava.
Eu nem sei o que dizer,
Mas queria agradecer
A todos que lá estavam.

Eu agradeço aos presentes,
Que ali estavam reverentes
Cheios de contentamento.
O que fiz a este senhor,
Fiz com carinho e amor,
Também por merecimento.

Octávio entrou em minha vida,
Após a triste partida
De uma grande companheira.
Mas só tenho a agradecer
Por podê-lo conhecer
Após uma vida inteira.

Que bom que cheguei a tempo
E também por um momento
Poder fazê-lo feliz;
De juntá-lo aos seus amigos,
Pois são todos tão queridos,
Algo que ele sempre quis.

Os seus belos 80 anos
Vividos sem desenganos
Alegraram muita gente.
Ele faz aniversário
E sendo octogenário
Ganhamos nós o presente.

Silvana Caúmo

 

PARABÉNS AO MESTRE OCTÁVIO CAÚMO

Salve o dia do grande jornalista,
Do exímio poeta pensador
Do fecundo filósofo e escritor
Mente fértil, sui generis sonetista.

Um MAHATMA querido, um altruísta,
Sua índole de espírito benfeitor,
Homem culto, QI superior:
Eis a síntese que vejo nesse artista.

Otimista na fé, alma sincera,
OITENTÃO nesta linda primavera
Festejada na paz e na harmonia,

PARABÉNS! Que seu sonho continue,
E que a luz desse amor se perpetue
Na beleza infinita deste dia.

Oliveira de Panelas

 

 

 

 

 

 

Vana_Octavio_Festa

A GRANDE FESTA (15/11/2014)

Agradeço mais que peço.
Deus fez da festa um sucesso.
Coisa que eu não esperava.
Eu nem sei o que dizer,
Mas queria agradecer
A todos que lá estavam.

Eu agradeço aos presentes,
Que ali estavam reverentes
Cheios de contentamento.
O que fiz a este senhor,
Fiz com carinho e amor,
Também por merecimento.

Octávio entrou em minha vida,
Após a triste partida
De uma grande companheira.
Mas só tenho a agradecer
Por podê-lo conhecer
Após uma vida inteira.

Que bom que cheguei a tempo
E também por um momento
Poder fazê-lo feliz.
De juntá-lo aos seus amigos,
Pois são todos tão queridos,
Algo que ele sempre quis.

Os seus belos 80 anos
Vividos sem desenganos
Alegraram muita gente.
Ele faz aniversário
E sendo octogenário
Ganhamos nós o presente.

Octávio Caúmo Serrano – caumo@caumo.com

Como a maioria dos brasileiros nascidos há oitenta anos, eu fui batizado no catolicismo, a religião tradicional do país; e todos devem ter uma. Mesmo sem ter sido um praticante, sou grato porque foi por ela que conheci Deus, Jesus e Maria Santíssima. Mas com o tempo, diversificaram um pouco os caminhos da fé do nosso povo, embora o final seja o mesmo.

Em 1974, “por acaso”, conheci a Doutrina Espírita. Sem ter mente brilhante, também não me tenho como ignorante. Como aprecio o pensamento lógico e o bom senso, decidi aprofundar-me nessa religião, que tem também um pouco de filosofia e de ciência. Não tinha problemas além dos normais; meu desejo era apenas conhecer. Comecei a ler o livro que organizou o Espiritismo, O Livro dos Espíritos, e vi nele respostas para muitos dos meus questionamentos.

Sob o lema: “fora da caridade não há salvação”, vi que ele não se preocupa com a crença das pessoas e até afirma que “a boa religião é a que melhora o homem”. Não tenta converter ninguém. Diz mais: “reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar as suas más tendências.” Não é pela mediunidade, nem pelos passes que aplica ou palestras que profere, mas pela luta por sua reforma interior para ser homem de bem. Nada cobra pelo que oferece; nem aulas, nem passes, nem orientações.

Homens ilustres, como o médico cearense Adolfo Bezerra de Menezes e o jornalista paulista, de Avaré, José Herculano Pires, para citar apenas dois exemplos, decidiram ler o livro depois de presenteados por amigos. Tornaram-se espíritas convictos. Este último, que se tornou espírita aos 22 anos de idade, chegou a traduzir obras do francês para a nossa língua.

Não nos preocupam eventuais críticas contra a doutrina porque ela não se abala nem precisa da nossa defesa; mas lamentamos os comentários feitos pelos que a desconhecem e não têm, portanto, autoridade para julgá-la. Era preferível que estudassem cuidadosamente o Livro dos Espíritos, e de reforço O Evangelho Segundo o Espiritismo, todo ele fundamentado nas orientações de Jesus, para só depois apontar os erros que encontrassem nas obras. Mesmo como curiosidade! Poderão até beneficiar-se daquilo que hoje menosprezam. É mais inteligente!…

Quem desejar dialogar sem preconceitos, estamos aqui, identificados e às ordens. Mas primeiro conheçam; antes disso, será leviandade falar mal; talvez espalhem inverdades.

Que o Senhor da Vida nos dê discernimento e nos proteja!

Jornalista e poeta

Publicado no Correio da Paraíba de 18/11/2014.

Estava com dor na coluna e me veio este enredo. São 10h30 do domingo – 9/11/2014.

Cada dor tem seu remédio
De acordo com a intensidade;
Umas vêm pela doença,
Algumas só pela idade
E as que doem do mesmo jeito
Na velhice ou puberdade.

Umas são próprias do homem,
Outras dão mais na mulher,
Mas há as que são comuns
E ai atingem qualquer
Um que não se cuida bem
E não percebe, sequer!

Dor na coluna e no peito,
Infarto e também artrose
E como o tempo ainda chega
A malvada osteoporose
E para quem bebe muito
Existe a tal da cirrose.

Até agora só falei
Dos males que são cuidados
Com drogas, ditas remédios,
Pelos homens fabricados,
Que deixam em nosso organismo
Os prejuízos registrados.

Assim do tipo aspirina,
Do  dorflex, cibalena.
Nimesulida e outros tantos,
Porque deles há centena,
Muda o nome e o efeito é o mesmo
Que viciam até dar pena.

Mas há dores que só passam
Com mudança na cabeça
Que deve ser iniciada
Logo que a dor apareça;
Nascem da raiva e do ódio,
E desenvolvem depressa.

Uns chamam isso de estresse,
Outros dizem depressão,
Mas essas enfermidades
Nascem da inconformação
Com problemas para os quais
Nós não vemos solução.

O homem briga sozinho,
Mas se imagina inocente!
A culpa é sempre do outro,
Não vê como é incoerente,
Pois de cérebro bloqueado,
Não pensa sensatamente…

Para isso há um só remédio,
Que alivia qualquer dor,
E já há mais de vinte séculos
Ensinou Nosso Senhor,
O Cristo que veio a Terra:
É perdoar, com amor!

Quem perdoa o semelhante
É a si mesmo que perdoa;
A mágoa que tinha dentro,
Como um pássaro que voa,
Vai do interior  para o éter
E assim liberta a pessoa!

 

 

A imagem acima é um risco para pintura em óleo sobre tela, de Leonardo da Vinci.
Boletim Informativo "Tribuna Literária"
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