Estava com dor na coluna e me veio este enredo. São 10h30 do domingo – 9/11/2014.

Cada dor tem seu remédio
De acordo com a intensidade;
Umas vêm pela doença,
Algumas só pela idade
E as que doem do mesmo jeito
Na velhice ou puberdade.

Umas são próprias do homem,
Outras dão mais na mulher,
Mas há as que são comuns
E ai atingem qualquer
Um que não se cuida bem
E não percebe, sequer!

Dor na coluna e no peito,
Infarto e também artrose
E como o tempo ainda chega
A malvada osteoporose
E para quem bebe muito
Existe a tal da cirrose.

Até agora só falei
Dos males que são cuidados
Com drogas, ditas remédios,
Pelos homens fabricados,
Que deixam em nosso organismo
Os prejuízos registrados.

Assim do tipo aspirina,
Do  dorflex, cibalena.
Nimesulida e outros tantos,
Porque deles há centena,
Muda o nome e o efeito é o mesmo
Que viciam até dar pena.

Mas há dores que só passam
Com mudança na cabeça
Que deve ser iniciada
Logo que a dor apareça;
Nascem da raiva e do ódio,
E desenvolvem depressa.

Uns chamam isso de estresse,
Outros dizem depressão,
Mas essas enfermidades
Nascem da inconformação
Com problemas para os quais
Nós não vemos solução.

O homem briga sozinho,
Mas se imagina inocente!
A culpa é sempre do outro,
Não vê como é incoerente,
Pois de cérebro bloqueado,
Não pensa sensatamente…

Para isso há um só remédio,
Que alivia qualquer dor,
E já há mais de vinte séculos
Ensinou Nosso Senhor,
O Cristo que veio a Terra:
É perdoar, com amor!

Quem perdoa o semelhante
É a si mesmo que perdoa;
A mágoa que tinha dentro,
Como um pássaro que voa,
Vai do interior  para o éter
E assim liberta a pessoa!

 

 

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