Octávio Caúmo Serrano – caumo@caumo.com

Segundo Divaldo Pereira Franco, maior orador espírita da atualidade em todo mundo, um projeto de natureza divina, conhecido entre nós como Transição Planetária, explica que estamos no limiar de importantes mudanças na Terra que passará de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Isso já faz parte de antigo planejamento celestial e não se dará, obviamente, num passe de mágica; trata-se de um processo de transformação lento e gradual, mas improrrogável. Sempre ocorreram, de forma menor e mais suave com a mudança das sociedades. Na contagem do tempo do Criador, os séculos são segundos e os milênios são minutos!

Tragédias naturais são recursos para que a Humanidade progrida mais depressa; o expurgo de Espíritos contrários à evolução moral e espiritual já não pode mais ser adiado. A mudança do planeta favorecerá alterações urgentes e necessárias que farão do homem um ser consciente dos seus deveres para com Deus, com o próximo e com ele próprio. É fácil perceber que estamos mergulhados no Apocalipse e que cada um de nós é um personagem desta intrigante novela. O texto já não está só na Bíblia, mas na imprensa falada, escrita e televisada, que exibe um capítulo por dia. O final das dores demorará um pouco! Já passamos pela era glacial há 20.000 anos, pelo dilúvio asiático há 2.400 anos, por guerras e tudo se harmonizou. Não será diferente neste novo ciclo.

Por amor aos bons, muitos serão poupados e se integrarão à nova fase do nosso orbe juntamente com espíritos de maior hierarquia que reencarnarão para atuar como dirigentes nos países na nova Terra. O projeto diz que daqui a uns vinte anos duzentos e cinquenta mil deles virão ao mesmo tempo para essas importantes funções. Podemos comprovar o dito pela recente e inesperada queda de ditadores, o que nunca se viu com tanta velocidade, depostos ou mortos por enfermidades, e pela corrupção que está com os dias contados. Espíritos de grande inteligência estão chegando há algum tempo, o que cada um pode observar na sua própria casa, entre filhos e netos. Crianças prodígio, com facilidades para ciências e tecnologias, artes e defesa do meio ambiente; diferentes do comum de nós, mais comprometidos com a Terra mãe e de maior senso moral.

Este comentário visa animar-nos e demonstrar que o barco não está à deriva; Deus não perdeu o controle e o mal não triunfou como parece. Estamos num tempo de amadurecimento para corrigir nossas deficiências e ignorâncias. Tomara mereçamos ficar ou renascer na Terra do futuro; será um prêmio. Com fé, sigam a história com cuidado e confiram! Mas sem esquecer que cabe a cada um, individualmente, preparar seu lugar na Nova Terra do terceiro milênio.

Jornalista e poeta

Correio da Paraíba – 11 de fevereiro de 2015

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