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Octávio Caúmo 
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Paulistano, nascido em 1934, na Rua Itapeva, 81, bairro da Bela Vista, o conhecido Bexiga.Casado com a também paulistana, Maria, tem um filho, Octávio, e três netos.Contador, poeta e escritor, foi empresário da indústria química e metalúrgica nos municípios de Diadema e São Bernardo do Campo, no ABCD paulista, entre 1964 e 1986.Um dia, decidiu fazer o percurso inverso, mudando o rumo da história. Enquanto o retirante ia para o sul a procura de comida, veio para o nordeste em busca da vida. Aportou em João Pessoa, na Paraíba, onde reside desde janeiro de 1997. Em novembro do mesmo ano ingressou na Academia Paraibana de Poesia e posteriormente na Associação Paraibana de Imprensa – API. É também radialista profissional.
Autor de sete  livros (três de poesia e quatro de prosa) e mais dois no prelo (um de poesia e outro de prosa). Sete deles estão disponíveis on-line neste blog, no link Livros.
Tem coluna desde junho de 1998 na Revista Internacional de Espiritismo, criada em 1925, onde já escrevia desde 1990, e no Jornal O Clarim, fundado em agosto de 1905, ambos de Matão, Estado de São Paulo. Editou o jornal Tribuna Literária, ex-Tribuna Poética, criado em dezembro de 1998, e o informativo Esse news, do Centro Kardecista os Essênios de São Paulo e João Pessoa, iniciado em agosto de 1992. É palestrante e escritor espírita desde 1973.
Já prefaciou e apresentou uma dezena de livros de autores paraibanos.
Recebeu votos de aplauso, concedidos pela Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba, em duas oportunidades: uma de iniciativa do deputado estadual Rodrigo Soares, líder do Partido dos Trabalhadores, e outra do ex-deputado estadual Ricardo Coutinho, atual prefeito municipal de João Pessoa. Seu livro O Grande Mar recebeu também voto de aplauso proposto pelo deputado Quinto de Santa Rita.
Por novas iniciativas do deputado Rodrigo Soares, recebeu o Título de Cidadão Paraibano em 2005, por serviços prestados à cultura paraibana, e a Medalha Augusto dos Anjos, em 2006, comenda da Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba, oferecida aos que se destacam na área da cultura.
Foi acadêmico da ALANE – PB, Academia de Letras e Artes do Nordeste – Núcleo Paraíba, onde ocupou a cadeira de número 20, que tem como patrono o cronista de Campina Grande/PB, Cristino Pimentel.
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